Inteligência emocional no mercado de trabalho: 10 razões para desenvolver

inteligência emocional no mercado de trabalho

Você já tentou entender por que algumas pessoas trilham caminhos de sucesso, enquanto outras não saem do lugar — ou até perdem tudo o que construíram? Seria sorte, bons contatos, intelecto avançado ou outro fator? Possivelmente, tudo isso pode contribuir, mas existe ainda outro elemento-chave: a inteligência emocional. 

Esse é um conceito cada vez mais difundido, tendo em vista sua importância para a superação dos conflitos intrapessoais e para a construção de relações interpessoais produtivas. Por essas e outras razões, a inteligência emocional no mercado de trabalho tem sido cada vez mais valorizada. 

Acompanhe este post atentamente, entenda o conceito e sua importância no cenário profissional e veja 10 razões para desenvolver a inteligência emocional no mercado de trabalho! 

O que é inteligência emocional? 

Inteligência emocional é uma habilidade transformadora, capaz de levar o indivíduo a grandes conquistas. Trata-se da capacidade de conhecer as próprias emoções, saber o que motiva suas atitudes e agir a partir disso.

Da mesma forma, quem tem inteligência emocional é dotado de sensibilidade para compreender a linguagem das emoções e identificá-las nas outras pessoas. Esse feeling permite demonstrar mais empatia e flexibilidade nas relações interpessoais. 

O conceito de inteligência emocional caminha ao lado da agilidade emocional, que se refere à rapidez para assimilar o que está sentindo e reagir de forma eficaz. Acredite se quiser, mas são poucas as pessoas que desenvolvem essas habilidades com maestria. 

Fique claro aqui que todas as pessoas precisam desenvolver inteligência emocional para se destacar no mercado de trabalho, não somente os líderes. Afinal, essa é uma característica tão importante quanto o conhecimento técnico e a inteligência tradicional, baseada no quociente intelectual (QI). 

Quais são as habilidades da inteligência emocional? 

Existem cinco esferas básicas que caracterizam as habilidades emocionais: autoconhecimento, controle das emoções, automotivação, empatia e relacionamentos interpessoais. Vamos conhecer cada uma delas um pouco melhor. 

Autoconhecimento 

Pensamos que nossos sentimentos são evidentes, que temos plena consciência do que sentimos, mas não é bem assim. Muitas pessoas ignoram sua realidade interior, confundem suas emoções e até desconhecem seus motivos de amargura. 

Conhecer nossos processos internos é fundamental para saber lidar com eles, substituindo os sentimentos negativos por outros mais funcionais. Para isso, são necessários dois passos: identificar e diferenciar as emoções. 

O autoconhecimento envolve a postura de admitir para si mesmo quando está triste, com raiva, com sentimento de culpa ou vergonha etc. Assim, é possível distinguir o que está incomodando para refletir sobre o que pode fazer a respeito. 

Controle das emoções 

As emoções são o motor que nos leva à ação. Elas definem o modo como nos comportamos quando somos invadidos por elas. Muitas vezes, nossos comportamentos são automáticos, nem mesmo refletimos antes de agir. Apesar disso, temos a liberdade e a capacidade de ponderar sobre as várias possibilidades de ação antes de qualquer atitude. 

Assim, o controle das emoções permite que a pessoa reaja de forma mais racional ao que está sentindo e evite sentimentos de hostilidade, assim como os comportamentos impulsivos e suas consequências destrutivas, como brigas, abuso de substâncias etc. 

Automotivação 

Suportar as fases difíceis, acreditando que as coisas vão melhorar e que você pode chegar aonde quiser, não se trata apenas de uma visão otimista, mas de automotivação. 

Reclamações, desânimo e a postura de culpar os fatores externos são atitudes comuns à maioria das pessoas frente às situações desalentadoras ou frustrantes. Esses sentimentos podem até surgir em quem tem inteligência emocional, mas a habilidade de gerir as próprias emoções permite encontrar a motivação intrínseca para seguir em frente. 

Empatia 

A inteligência emocional nos torna capazes de identificar e compreender as emoções alheias. Assim, é possível interpretar corretamente expressões fisionômicas ou gestos corporais para entender como a outra pessoa está se sentindo. 

A empatia ajuda, principalmente, a ouvir com atenção o que o outro tem a dizer e se colocar em seu lugar. Ao contrário, quem está habituado a reprimir as próprias emoções também tende a ignorar as manifestações emocionais das outras pessoas. 

Relacionamentos interpessoais 

A base dos vínculos sociais e afetivos é trabalhar as relações interpessoais. Isso não acontece somente por afinidade ou acaso. Essas relações são estabelecidas e fortalecidas quando há uma troca de consideração, afeição e respeito. 

Em simples atitudes — como oferecer atenção quando a pessoa está em situação de conflito, ajudar diante de um imprevisto etc. —, os princípios da inteligência emocional são aplicados, a exemplo da empatia. 

Por que é importante desenvolver a inteligência emocional no mercado de trabalho? 

A capacidade de gerir as próprias emoções e de compreender as dos outros pode contribuir para o sucesso em todas as esferas da vida. A inteligência emocional no mercado de trabalho, em específico, facilita a gestão de conflitos e o trabalho em equipe e enriquece o perfil profissional, sendo uma característica importante para a ascensão na carreira. 

Veja quais são as razões para desenvolver a inteligência emocional no mercado de trabalho: 

  1. enfrentamento dos desafios diários; 
  2. controle das emoções; 
  3. facilidade para tomar decisões; 
  4. relacionamentos mais saudáveis e construtivos com os colegas e líderes; 
  5. melhora do clima organizacional; 
  6. aumento da produtividade; 
  7. redução do estresse;   
  8. comunicação mais assertiva; 
  9. estabelecimento de um perfil de liderança carismática, não opressora; 
  10. reconhecimento pelas competências emocionais, comportamentais e interpessoais; 

Como desenvolver a inteligência emocional? 

Ao contrário de algumas habilidades que são praticamente imodificáveis, como o próprio quociente intelectual, a inteligência emocional pode ser desenvolvida ou aprimorada ao longo da vida. Isso é feito de forma progressiva, acompanhando as experiências intra e interpessoais. 

Veja algumas dicas para trabalhar suas habilidades e desenvolver a inteligência emocional no mercado de trabalho e nas demais áreas da vida: 

  • aprenda a identificar e nomear suas emoções; 
  • desenvolva maneiras eficazes de conduzir suas emoções — pense antes de agir; 
  • reconheça seus pontos fortes, assim como os que precisam de melhora; 
  • pratique a comunicação assertiva, ou seja, expresse o que pensa e o que sente, mas sem hostilidade; 
  • saiba receber feedbacks de forma construtiva; 
  • tenha consciência de que suas atitudes podem afetar outras pessoas; 
  • não leve tudo para o lado pessoal — lembre-se de que nem todos sabem lidar com suas próprias emoções; 
  • aceite que não pode controlar o que é externo, pois frustrações e fracassos também fazem parte da vida;
  • aprenda a gerenciar os conflitos internos e interpessoais; 
  • saiba reconhecer suas falhas e repará-las. 

Compreendeu a importância da inteligência emocional no mercado de trabalho? É normal ter dificuldade para colocar tudo isso em prática, mas lembre-se de que é um treino constante de habilidades e que os resultados favorecem o seu crescimento pessoal e profissional

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